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Sequenciamento do Exoma e do Genoma Humano

04/01/2018 10:29

Quer entender um pouco mais sobre o sequenciamento do exoma e do genoma? Acesse este link 

ghr.nlm.nih.gov/primer/genomicresearch/sequencing

Entendendo o Genoma

02/03/2016 09:13

Neste link você pode acessar um material gratuito e que explica de maneira simples o que é o genoma humano

www.genome.gov/Pages/Education/AllAbouttheHumanGenomeProject/GuidetoYourGenome07_vs2.pdf

O que é iniciação científica?

26/11/2012 10:45

Você sabe o que é iniciação científica?

A iniciação científica é uma oportunidade para os alunos de graduação de vivenciarem a pesquisa e a experimentação. O aluno de iniciação científica é supervisionado por um pesquisador responsável e muitas vezes tem a oportunidade de conviver com uma equipe de pesquisadores (incluindo outros professores, alunos de iniciação científica, alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado). Durante o período de iniciação científica, o aluno aprenderá técnicas, mas o mais importante é ele entender o princípio da investigação que está sendo conduzida e as várias etapas que compreendem uma pesquisa.

Além disto, a iniciação científica deve despertar no aluno o pensamento crítico e deve despertar o seu interesse para a pós-graduação.

Bolsas de iniciação científica

Várias agências de fomento oferecem bolsas de iniciação científica, muitas vezes por meio de programas institucionais. São exemplos destas agências o CNPq e a FAPEMIG. Na UFMG, a Pró-reitoria de Pesquisa é a responsável pela administração e distribuição de bolsas entre as Unidades acadêmicas. A seleção dos pesquisadores contemplados com as bolsas é feita por publicação de edital e seleção por mérito acadêmico.

Há ainda bolsas que são requisitadas pelo próprio pesquisador que não são institucionais, como por exemplo, alguns pesquisadores podem solicitar bolsas diretamente ao CNPq.

No geral, as bolsas de iniciação científicas são concedidas por 1 ano, podendo ser renovadas após nova seleção.

Em alguns casos, o estudante pode realizar a iniciação científica voluntária (ou seja, sem bolsa). Isto em casos em que não haja disponibilidade de bolsas ou quando o estudante não conseguir cumprir com a carga horária desejável para um bolsista (no geral 20 horas semanais). O estudante de iniciação científica voluntário tem as mesmas responsabilidades de um bolsista e deve sua iniciação deve ser “formalizada” junto ao departamento do professor responsável.

Responsabilidades do estudante de iniciação científica

As atribuições dadas ao aluno de iniciação científica variam de acordo com a área/ laboratório/ momento. Alguns alunos de melhor desempenho podem com o tempo vir a ter seu próprio projeto de pesquisa. No entanto, o professor orientador é quem define as atividades do estudante. Muitas vezes o aluno de iniciação auxilia em algumas etapas no desenvolvimento do projeto de alunos de mestrado ou doutorado. Além disto, o aluno de iniciação científica deve apresentar os resultados do trabalho que estiver desenvolvendo em eventos como semanas científicas e congressos da área.

Quero fazer iniciação científica. Como eu faço?

Antes de tomar esta decisão, o aluno deve estar ciente de que a iniciação científica requer tempo e muita dedicação. Na área de patologia, por exemplo, é muito desejável que o aluno tenha alguma fluência ou pelo menos consiga ler textos em inglês.

Tomada a decisão, é preciso escolher sua área de interesse e procurar os professores da área. Nem todos os professores orientam alunos de iniciação científica, mas eles certamente saberão indicar algum que orienta. Se você já tem algum interessem em fazer pós-graduação (mestrado/doutorado), é desejável que procure algum professor que oriente na pós-graduação, porque assim o caminho fica mais retilíneo.

Dependendo da procura, alguns professores podem fazer seleção do aluno de iniciação que fará a indicação da bolsa. Muitas vezes esta seleção é feita por meio de entrevista e análise de currículo. Boa vontade, interesse e disponibilidade contam muito nesta hora.

Boa sorte!

Por: Profa Carolina Gomes e Prof Ricardo Gomez, coordenadores do Laboratório de Patologia Molecular da Faculdade de Odontologia da UFMG

 

 

 

O professor sempre está errado

11/11/2012 19:15

 

Quando...
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.

Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.

A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.

Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.

O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".

É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988